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Praya é a 1ª cerveja carbono neutro no Brasil

Como uma forma de contribuir para um planeta mais limpo e uma produção mais sustentável, a Cervejaria Praya entrou para o programa “Amigo do Clima”, da WayCarbon, no final de 2020 e conquistou o posto da primeira cerveja carbono neutro no país.

O “Amigo do Clima” é um projeto ambiental voluntário que apoia a compensação da emissão de gases que contribuem para o efeito estufa. Em 2020, a Cervejaria Praya emitiu um total de 1.366 toneladas de CO2e. A partir deste dado, foi levantada uma estimativa para 2021, com uma perspectiva de emitir 1.650 toneladas CO2e. Com estes números mapeados, a marca já conseguiu compensar, o que é chamado de “pegada de carbono”, para os dois anos.

“Estamos muito orgulhosos em poder anunciar que chegamos a um total de 3.016 toneladas de CO2 e revertidos”, afirma Paulo de Castro, diretor de comunicação da Cervejaria Praya. “Esperamos ser uma inspiração para outras grandes marcas e empresas, mostrando que é possível implementar soluções limpas”, completa Paulo.

Pegada de carbono

Em parceria com a empresa WayCarbon, considerada referência nacional em consultoria e desenvolvimento de soluções voltadas à sustentabilidade, a Cervejaria Praya fez uma Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) dos seus produtos.

Para o cálculo aproximado da pegada de carbono, emissão de carbono gerado ao longo de toda a cadeia produtiva, foram levados em consideração as três diferentes embalagens da marca, as matérias-primas, o processo de fabricação, o transporte, os materiais que são reciclados, aqueles que vão para o aterro sanitário e, até mesmo, as emissões geradas por consumidores como por exemplo, a refrigeração da cerveja.

Com o cálculo da pegada em mãos, a empresa escolheu o Projeto de Carbono. A contribuição da Praya consiste na reversão de gases gerados pelo Aterro Bandeirantes, um dos maiores do Brasil, localizado em São Paulo, em energia elétrica gerada por meio de combustíveis fósseis.

“Investimos no local, pensando na redução do efeito estufa causado pela distribuição do Metano (CH4), que possui um alto potencial de aquecimento global. Além de, claro, minimizar riscos de incêndio e contaminação de águas subterrâneas”, comenta Paulo.

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